Trashistórias de balada

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Disse um dia que minha vida era um misto de “American Pie” com novela mexicana, e olha, tai uma definição. Tem o ápice do momento American Pie, mas não posso contar aqui. =/ Tenhamos fé que um dia faço um livro e lá eu conto, pq olha, tai uma história que o mundo deveria conhecer. Enfim, o ápice não tem, mas tem alguns momentos divertidos.

Fui um dia há uma balada aleatória numa cidade satélite (daí já da pra imaginar que daria merda, a pessoa mora em Brasília e se desloca pra uma satélite pra ir pra balada. Idéia G.e.n.i.a.l) chegando lá só tinha pivetes, uma banda ruim cover de uma banda pior (Velhas Virgens), agüentei tudo linda, sentada tomando meus bons drink. Horas depois, já planejando ir embora dando a balada por perdida eis que surge, uma graça ele, super me querendo, quis também. Ficamos.
Ele estava sem celular e eu tive que pegar o número da casa dele pra ligar e marcar outra saída (todos os sinais de que a coisa não daria certo, e eu lá, insistindo). Saímos pela segunda vez. Coisa linda, coisa fofa. Marcamos a terceira, ele não pode ir (era no porão do rock), remarcamos, minha amiga não podia ir comigo, achei pertinente me descolar de minha residência, altas horas da noite, sozinha, de metrô, rumo a um pub horrível ver um cara sem celular.
Cheguei, atrasada, e ele não estava. Esperei uns minutos, achei melhor tocar o foda-se e ir embora, fui pra parada. Deu meia-noite, deu uma da manhã, nada de bus. Decidi avisar meus amigos, um deles que estava numa festa digna em Brasília decidiu me salvar, lá pelas duas fui resgatada. Nesse meio-tempo teve todo tipo de interação gostosa com esse pessoal divertido que fica até de madrugada na rua. Um achou inclusive muito pertinente jogar o casaco dele nas minhas pernas pq eu estava com frio, e com um vestido de babado e curto. Quase morri de susto, mas superei e devolvi agradecídíssima (not!). O lado bom de ser
escrota as moi, nego tem medo de chegar perto por causa da cara de nojo que faço, e quando supera e socializa ainda assim, tem que conviver com meus monossílabos e desiste.

Enfim, dia seguinte fui no facebook saber porque o cidadão não tinha aparecido e uma desculpa qualquer, carro bateu. Sabe, podia ter se dado ao trabalho de aparecer no pub que era ao lado da casa dele pra avisar, mas neeem, vamos escrotizar com a Suellen que é mais divertido. Como tenho preguiça de discussão com gente escrota me limitei a dizer: #putafaltadesacanagem, e desisti.
E esses são os homens da minha vida. To bem, to diva! E essa é uma história antiga, só demorei a contar pq sou retards e acabei esquecendo. To bem, to Alzheimer. Do DJ foi há séculos, contei esses dias, essa foi ainda antes do DJ e to contando agora! Enfim, o importante é a história (e a lição) que fica. Jamais repito essas coisas.

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